Dia 22 – 30 Day Blog Challenge

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Infelizmente, não sei se vou conseguir dar minha opinião sobre o tema sem parecer antiquada. Gostaria muito de fazê-lo, mas a sensação que tenho é que vivemos uma época em que o termo “cool” se encaixa apenas para quem é permissivo no sentido mais amplo.

Com relação ao álcool, que não deixa de ser uma droga, acredito em temperança. Não vejo problemas no consumo do álcool, desde que sejam respeitados os próprios limites e o bom senso. Se alguém sabe que não irá conseguir parar antes de conquistar uma bebedeira, penso que o melhor é nem começar. Com isso evita-se a vergonha e a ressaca.

Já no que se refere às drogas propriamente ditas, meu posicionamento é no sentido de proibição total, mesmo as mais amenas. É o tipo de vício que pode levar uma pessoa a um caminho sem volta, e que não afetará somente a ela. Até concordo e entendo que alguns indivíduos conseguem consumir isso de forma controlada e talvez passar a vida sem sair do patamar mais leve. Porém, por outro lado, só se descobre a propensão que alguém terá para sucumbir a um vício depois que se começa a usar, então acho de verdade que não vale o risco.

No tocante à prevenção e ao tratamento do vício, entendo que o melhor é discutir e lidar com o tema de forma aberta, seja em casa, na igreja ou na escola, o que nem sempre acontece, e algumas pessoas acabam entrando nesse tipo de problema por falta de conhecimento.

Quero frisar que minha opinião nesse quesito é independente da minha religião. E, apesar disso, sei que haverá quem tache esse tipo de posicionamento como “careta”. Mas, sinceramente, de tudo o que já pude observar, vejo as drogas (mesmo o álcool) apenas como subterfúgios para se preencher algum vazio. Se esse tipo de ferramenta é indispensável para viver um bom momento, sinal de que as coisas já não andam bem, e o consumo da droga será só um paliativo, que jamais trará resultados positivos, já que não mudará nenhuma situação, podendo até piorá-la a longo prazo.

Fica aqui registrada a minha opinião. E gostaria de saber a sua, querido leitor. Deixe aqui nos comentários, e vamos debater a respeito. 😉

 

 

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Dia 20 – 30 Day Blog Challenge

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Vou fazer um pouco diferente. Ao invés de escrever sobre o que desenhei, compartilharei um pouco do que aprendi no processo.

Há muitos anos atrás, lá na minha adolescência, já até tentei aprender pintura, mas não cheguei a desenvolver essa habilidade. E, despretensiosamente, em um passado não muito distante, comprei um livrinho de desenho (só porque estava em uma promoção) e achei que talvez fosse legal tentar como um hobby.

Nunca havia desenhado com lápis e prancheta antes, mas como um dos primeiros exercícios do livro saiu esse desenho aí embaixo, que eu achei modestamente bom. Fiquei bem surpresa com isso, porque quando comecei a desenhá-lo, não achei que sairia alguma coisa.

Mãos

Logo no início do curso proposto no livrinho, me vi diante do seguinte ensinamento:

“Nunca é tarde para um adulto desenvolver seu cérebro, aprender coisas novas e mudar sua visão de mundo. A maturidade e a experiência de vida compensam qualquer coisa.

Pessoas podem aparentar talento natural desde a infância. Essa ilusão é cultivada pela nossa sociedade, que vê apenas os resultados; ignorando os incentivos, o gosto pessoal e principalmente a dedicação. Resumindo, todo o processo de desenvolvimento contínuo até o resultado satisfatório pode não ser levado em conta, criando o mito do “dom”.

Existem exceções, pessoas com capacidade acima da média. Porém, até Leonardo da Vinci estudou; os gênios são os mais dedicados. Uma frase famosa é verdadeira: “A genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração”, dita por Thomas Edison. A capacidade existe em todos nós e para alcançar o ápice de genialidade é necessária muita criatividade e inovação.”

[Oliveira, Daiana. Primeiros Rabiscos: Teoria e Prática]

 E a conclusão que tirei com essa tentativa de desenhar é que realmente podemos fazer qualquer coisa, desde que nos esforcemos para isso. No final das contas, somos nós quem impomos nossas próprias limitações.

Dia 19 – 30 Day Blog Challenge

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Trapaça é coisa de gente baixa. Estamos vivendo um período tão nebuloso em nosso país, que não é difícil ver muita coisa sendo relativizada. No entanto, é nas piores situações que as posturas escolhidas irão refletir o verdadeiro caráter de uma pessoa.

Penso que jamais se perde por fazer o que é certo e agir corretamente com quem nos relacionamos, seja no âmbito profissional ou mesmo pessoalmente. Por mais que aparentemente se “deixe de ganhar” em um primeiro momento, agindo de forma ética a pessoa estará antes salvando a si mesma, pois por menor que seja a trapaça ou “atalho” escolhido para determinado fim, com essa escolha aos poucos abre-se mão do bem que há em si, até que não haja mais nenhum.

Parece dramático, mas é a mais pura verdade. Basta observar a trajetória de um dentre o mar de corruptos que vemos nos noticiários todos os dias. Nenhum deles começou roubando milhões, pois até para fazer o mal o ser humano precisa sentir-se seguro e confortável naquela situação. As portas de entrada são sempre pequenas concessões, que no início talvez até incomodem ou gerem alguma incerteza, porém com o passar do tempo tornam-se tão normais que viram um hábito. Perde-se o juízo entre certo e errado, e com isso o caráter vai mudando ao ponto de alterar totalmente os conceitos de ética e moral.

Na dúvida se determinada atitude será certa ou errada, o melhor é não tomá-la. Não podemos controlar o senso ético dos que nos cercam, muito menos dos que deveriam governar nosso país. A nós só cabe olhar para nossas próprias escolhas e vigiar para não sermos convencidos a optar pelo que é mais fácil. Com o tempo, quem sabe a força do exemplo sirva de inspiração para aqueles que cruzarem nosso caminho.

Para mudar o mundo, temos de começar por nós. Então cuide da sua essência e seja firme em seus princípios… é isso que determina se uma pessoa tem valor ou não. O caminho da trapaça, na minha humilde opinião, é para fracos e covardes. Nenhuma “vantagem” pode valer perder a própria alma.

 

Dia 18 – 30 Day Blog Challenge

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Como mudei nos últimos dois anos? Para responder essa pergunta precisaria reservar um tempo e me auto analisar.

Respondendo de bate pronto, não sem antes pensar um pouco, diria que tenho encarado melhor minhas próprias fraquezas. Tenho sido mais sincera ao reconhecer minhas limitações e tenho escolhido lidar com elas, ao invés de me omitir. Não é sempre, e tampouco sem esforço, mas noto em mim melhora nesse sentido.

Tentei uma “consulta aos universitários”, porém quando fiz essa pergunta ao meu marido ele me disse “de cara” que fiquei mais bagunceira. Não duvido, mas reclamei, é claro! Pedi que me falasse uma “mudança boa”, e me veio com a resposta de que “sempre fui boa” e “não teria como melhorar”. Ownnn… Finjo que acredito, e termino o texto por aqui.

Agora a auto-análise em que mergulhei após essa pergunta…. Ahhh…. Essa continua…. rs

Me diz você aí do outro lado…. Como mudou nos últimos dois anos?