Dia 25 – 30 Day Blog Challenge

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Gente…. Esse desafio não foi fácil não! As primeiras palavras que joguei no Google Imagens, me trouxeram umas fotos bem esquisitas. Parei na palavra “casar”, porque foi um ponto alto da minha vida e definitivamente me trouxe experiências indescritíveis, tanto boas como desafiadoras.

Eis a 11ª imagem que me apareceu:

casar

O que posso dizer sobre ela é que retrata bem o que entendo sobre o ato de casar: é um caminhar a dois e muitas vezes em sentido contrário ao que esperam de nós, em direção a um horizonte meio desfocado à primeira vista, pois será desbravado no caminho, ficando mais claro a cada passo do casal.

São os desafios que nos transformam, e o casamento com certeza é uma experiência incrível de crescimento. Onde o outro passa a ser tão importante quanto você mesmo, pois de fato tornam-se um.

Já escrevi um pouco sobre minha visão quanto ao casamento no post Os Primeiros desafios da vida de casada e também indiquei a leitura do livro Casamento Temporário, de John Piper. Convido vocês a lerem e se possível compartilharem comigo sua visão. Será interessante ter essa troca! 🙂

 

 

 

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Dia 22 – 30 Day Blog Challenge

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Infelizmente, não sei se vou conseguir dar minha opinião sobre o tema sem parecer antiquada. Gostaria muito de fazê-lo, mas a sensação que tenho é que vivemos uma época em que o termo “cool” se encaixa apenas para quem é permissivo no sentido mais amplo.

Com relação ao álcool, que não deixa de ser uma droga, acredito em temperança. Não vejo problemas no consumo do álcool, desde que sejam respeitados os próprios limites e o bom senso. Se alguém sabe que não irá conseguir parar antes de conquistar uma bebedeira, penso que o melhor é nem começar. Com isso evita-se a vergonha e a ressaca.

Já no que se refere às drogas propriamente ditas, meu posicionamento é no sentido de proibição total, mesmo as mais amenas. É o tipo de vício que pode levar uma pessoa a um caminho sem volta, e que não afetará somente a ela. Até concordo e entendo que alguns indivíduos conseguem consumir isso de forma controlada e talvez passar a vida sem sair do patamar mais leve. Porém, por outro lado, só se descobre a propensão que alguém terá para sucumbir a um vício depois que se começa a usar, então acho de verdade que não vale o risco.

No tocante à prevenção e ao tratamento do vício, entendo que o melhor é discutir e lidar com o tema de forma aberta, seja em casa, na igreja ou na escola, o que nem sempre acontece, e algumas pessoas acabam entrando nesse tipo de problema por falta de conhecimento.

Quero frisar que minha opinião nesse quesito é independente da minha religião. E, apesar disso, sei que haverá quem tache esse tipo de posicionamento como “careta”. Mas, sinceramente, de tudo o que já pude observar, vejo as drogas (mesmo o álcool) apenas como subterfúgios para se preencher algum vazio. Se esse tipo de ferramenta é indispensável para viver um bom momento, sinal de que as coisas já não andam bem, e o consumo da droga será só um paliativo, que jamais trará resultados positivos, já que não mudará nenhuma situação, podendo até piorá-la a longo prazo.

Fica aqui registrada a minha opinião. E gostaria de saber a sua, querido leitor. Deixe aqui nos comentários, e vamos debater a respeito. 😉

 

 

Dia 21 – 30 Day Blog Challenge

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Ainda não tenho filhos, mas este é um sonho antigo, tanto meu como do meu marido. Fazemos planos e acredito que no tempo certo irá acontecer. “O ser humano pode fazer muitos planos; contudo, quem decide é Deus, o SENHOR!” [Provérbios 19:21].

Aliás, depois que completei 30 anos pensar em meus futuros filhos tornou-se recorrente, e fez aumentar uma certa preocupação sobre a pessoa que sou e quero ser. Acredito que a responsabilidade sobre o exemplo que deixamos aumente de forma considerável quando existe alguém se espelhando diretamente em nós. Então a pergunta de hoje não poderia ser mais pertinente. Nem precisei pensar muito.

Quando reflito sobre o que quero deixar como ensinamento para os filhos que ainda não tenho, mas já amo, é isso que me vem à mente:

1. Deus será Deus em qualquer circunstância

Nem sempre a vida vai ser fácil. Pode ser que existam momentos bem obscuros a se enfrentar, e alguns deles podem parecer eternos. Mágoas, decepções, turbulências. Algumas situações nessa vida chegam até a fazer duvidar de quem se é. No entanto, aconselho a jamais duvidar de Deus, mesmo quando nossa humanidade não conseguir enxergar Sua presença diante a um mar de problemas que cega. É Ele quem sustenta, mesmo quando não estamos vendo.

Essa é uma lição de fé que aprendi com meus pais, e quero muito que meus filhos aprendam. Não porque torne a vida mais fácil, pelo contrário, acreditar quando tudo nos leva a duvidar pode ser o caminho mais difícil. Porém, a paz, o conforto e a certeza de que até na dor (e principalmente nela) Ele pode agir, nos torna resilientes e gratos em qualquer circunstância.

2. Aceite quem você é e também quem você não é.

Quando me imagino exercendo a maternidade, um desejo muito grande que tenho é conseguir oferecer um ambiente onde meus filhos sintam-se livres para descobrir quem verdadeiramente são.

Ter consciência de si mesmo é um fator que considero dos mais importantes para todo o resto se desenvolver na vida. A partir do momento em que são reconhecidos os pontos fortes e fracos da personalidade, é possível trabalhar em cima deles, criando metas e expectativas realistas. Não apenas isso, uma pessoa que aceita quem ela é não vai se deixar influenciar tão facilmente e tampouco se ofender quando for confrontado diante de alguma fraqueza.

Acredito que é papel dos pais ajudar na construção do caráter dos filhos, ensinando princípios e valores para norteá-los durante a vida. No entanto, peço a Deus que no momento certo eu consiga encontrar o equilíbrio na  tarefa de educar, sem tolir a expressão de suas personalidades.

3. Não tenha medo de mudar, se for por você

Mudanças não são ruins, e são possíveis, mas tem de acontecer pelas razões certas. Acredito que se eu conseguir ensiná-los a se aceitarem como são e a reconhecerem também seus pontos fracos, não será tão difícil ensinar sobre os benefícios de uma mudança no tempo certo e pelos motivos certos.

Quem não se adapta bem a mudanças acaba estagnando, seja em conhecimento ou amadurecimento. Penso que estamos nessa vida para aprender e servir, e em ambos os casos aceitar o que se pode mudar faz parte do crescimento.

 

Dia 20 – 30 Day Blog Challenge

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Vou fazer um pouco diferente. Ao invés de escrever sobre o que desenhei, compartilharei um pouco do que aprendi no processo.

Há muitos anos atrás, lá na minha adolescência, já até tentei aprender pintura, mas não cheguei a desenvolver essa habilidade. E, despretensiosamente, em um passado não muito distante, comprei um livrinho de desenho (só porque estava em uma promoção) e achei que talvez fosse legal tentar como um hobby.

Nunca havia desenhado com lápis e prancheta antes, mas como um dos primeiros exercícios do livro saiu esse desenho aí embaixo, que eu achei modestamente bom. Fiquei bem surpresa com isso, porque quando comecei a desenhá-lo, não achei que sairia alguma coisa.

Mãos

Logo no início do curso proposto no livrinho, me vi diante do seguinte ensinamento:

“Nunca é tarde para um adulto desenvolver seu cérebro, aprender coisas novas e mudar sua visão de mundo. A maturidade e a experiência de vida compensam qualquer coisa.

Pessoas podem aparentar talento natural desde a infância. Essa ilusão é cultivada pela nossa sociedade, que vê apenas os resultados; ignorando os incentivos, o gosto pessoal e principalmente a dedicação. Resumindo, todo o processo de desenvolvimento contínuo até o resultado satisfatório pode não ser levado em conta, criando o mito do “dom”.

Existem exceções, pessoas com capacidade acima da média. Porém, até Leonardo da Vinci estudou; os gênios são os mais dedicados. Uma frase famosa é verdadeira: “A genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração”, dita por Thomas Edison. A capacidade existe em todos nós e para alcançar o ápice de genialidade é necessária muita criatividade e inovação.”

[Oliveira, Daiana. Primeiros Rabiscos: Teoria e Prática]

 E a conclusão que tirei com essa tentativa de desenhar é que realmente podemos fazer qualquer coisa, desde que nos esforcemos para isso. No final das contas, somos nós quem impomos nossas próprias limitações.