(Três) Filmes e (Uma) Série para assistir a dois

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Ann Savage e Tom Neal, em Curva do Destino (Detour – 1945)

Outro dia eu estava pensando sobre como alguns filmes se encaixam perfeitamente para agradar aos dois gêneros. Parecem terem o roteiro escrito para casais. E muito provavelmente deve ter sido isso mesmo.

Eu assisto qualquer coisa…. De verdade! Sou louca pela sétima arte desde sempre, então posso começar pelo romance bem clichê, me debulhar em lágrimas com aquele drama bem denso, vibrar nos filmes de ação e até rir com um cinema trash. Mesmo o terror, que era o único gênero para o qual eu torcia o nariz, ultimamente tenho topado.

Acontece que nem todos são assim, e geralmente quando o programa do casal é assistir um filme ou série no catálogo do Netflix , pode-se perder um bom tempo até uma decisão que agrade aos dois.

*Parêntese aqui para dizer que a frase original era: “quando o programa do casal é escolher um filme na locadora…”, e aí eu me lembrei que praticamente não existem mais locadoras. Será que eu estou velha ou o mundo é que está mudando muito rápido? Espero que seja a segunda opção! rsrs

Com isso, resolvi listar aqui alguns filmes (e de quebra uma série) que eu, particularmente, considero perfeitos para serem assistidos a dois, por agradarem Marte e Vênus em uma tacada só.

[Filme 1] – Encontro Explosivo

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Ação do início ao fim, com um romance que se desenvolve em meio a doses de comédia na medida certa. Taí o filme perfeito para assistir a dois, sem briga… Já que agrada a todos os gostos.

Além do que, achei que funcionou muito bem a química entre Tom Cruise e Cameron Diaz nesse filme.

June Havens (Cameron Diaz) leva uma vida tranquila e sem muitas emoções até esbarrar com o agente Roy Miller (Tom Cruise) em um vôo de avião que a levaria para o casamento de sua irmã. A partir daí se vê envolvida em uma trama cheia de perigos e reviravoltas, fazendo com que o agente Roy sejao único em que possa confiar.

[Filme 2] – A verdade nua e crua

A Verdade Nua e Crua

Pode parecer só mais uma comédia romântica, mas a linguagem também agrada ao público masculino, por mostrar bem os dois lados.

Sem falar que o filme é muito engraçado.

Abby Richter (Katherine Heigl) é uma produtora de TV extremamente conservadora, mas competente em sua função. Fica indignada quando seu chefe decide contratar Mike Chadway (Gerard Butler), um machista meio grosseirão que dá ibope, para alavancar a audiência.

Muito contrariada, ela acaba enxergando Mike como um inimigo, mas se vê aceitando a “ajuda” dele para conseguir alavancar sua vida amorosa.

O filme retrata a clássica “batalha dos sexos”, e consegue render boas risadas.

[Filme 3] – Sr. e Sra. Smith

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Esse é considerado o filme que serviu para juntar Brad Pitt e Angelina Jolie. Se foi uma boa coisa, não posso opinar, mas rendeu mais de uma década para o casal referência de Hollywood, e o filme ainda é lembrado até hoje.

Assim como na primeira sugestão, acho esse tipo de filme muito legal, por focar na ação, dando espaço para explorar o romance sem ser piegas.

Ambos os personagens são matadores de aluguel de agências rivais, e apesar de casados, não sabem desse lado secreto um do outro.

Em meio a uma crise no casamento, recebem respectivamente uma missão que os coloca frente a frente, revelando esse segredo. É a partir daí que a história se desenrola, em meio a muita ação, humor e também romance.

[Série] – How I met Your Mother

HIMYMEstou assistindo a série pela segunda vez com o marido (somos desses), e confesso que estou gostando mais agora do que na primeira vez.

A série segue a linha de “Friends” (minha queridinha), só que traz alguns questionamentos em cada episódio, tanto sobre os desafios pessoais de quem está nessa faixa dos +25 -35 anos, como também pontua temas interessantes sobre relacionamento e amizade.

As histórias são contadas pela visão do Ted, personagem principal, mas mostra a perspectiva das personagens femininas também. Então é uma linguagem que alcança tanto o público feminino como o masculino. E, de quebra ainda traz questões relevantes para serem debatidas entre casal. 😉

 

Olhando aqui para a minha lista, estou percebendo que todos se encaixam no gênero “comédias românticas”. Não sei se foi coincidência ou se este é mesmo um estilo de filme “comum de dois”. Lembrando que as sugestões foram baseadas em uma opinião feminina. Gostaria muito de saber se concordam ou não, o porquê, e principalmente se vocês têm outras sugestões de filmes/séries para assistir a dois. Deixem aí nos comentários! 😉

Grande Bjo,

Mari Marques.

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Blog Virando Dona nas Redes Sociais

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Genteeeeeee

Fiz um vídeozinho no youtube para divulgar a fanpage do blog lá no Facebook. Ficou horrível, mas eu amei!!! rsrsrs

Queria ter colocado aqui, mas descobri que preciso ser premium para indexar vídeos nas minhas postagens…. Um dia serei! 😛

Por enquanto, deixo o link do videozinho aqui para vocês verem: Curta a fanpage do Blog Virando Dona!

E caso você ainda não esteja por lá, curta a página para acompanhar as atualizações do blog. Também estou no Instagram com virando_dona.

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Vejo vocês nas redes! 😉

Grande Bjo,

Mari Marques.

Being Erica #DicaDeSérie

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Hoje gostaria de indicar uma série que me foi sugerida pela minha irmã (minha referência cult para filmes e séries… rs) e gostei muito, porque traz um roteiro do qual me identifico bastante atualmente.

Trata-se de “Being Erica”, série canadense (isso foi coincidência), que apesar de não ser tão recente (2009), traz uma temática muito atual, principalmente para nós mulheres.

Erica é uma mulher no início dos 30 anos, e se pega questionando todas as esferas de sua vida, e os reflexos das escolhas que fez até então. Situação nada familiar, não?! rs

Logo no primeiro episódio, ela tem a oportunidade de fazer uma terapia um tanto quanto não convencional, com um tal de Dr. Tom, que a permite voltar em algumas situações do passado e agir como pensa que teria sido melhor para os reflexos do seu presente.

Nesse processo, vamos conhecendo melhor as “questões” da personagem, e nos identificando em muitos aspectos também. Isso torna a série incrível, pois alguns dos desafios e arrependimentos da personagem, são muito prováveis de afetar qualquer uma de nós.

Em suma, para mim os ensinamentos da série giram em torno da importância do auto-conhecimento, e do mudar o que pode ser mudado, aceitando-se o que não pode. Ficando claro em alguns episódios que o mais importante não é a mudança da situação, mas sim da perspectiva, o que nos leva a várias reflexões.

Enfim… Achei a série muito interessante, tanto pela história quanto pelo o que ela provoca no espectador, mas infelizmente só assisti a primeira temporada das quatro que a integram. Com certeza vou terminar de assistir, porque, sem sombra de dúvidas, já é uma das minhas séries favoritas.

Abaixo a sinopse oficial:

“No colegial, Erica pensou que iria crescer, conhecer o cara, ter a carreira e um casal de filhos. Mas isso nunca aconteceu. Agora, ela tem a chance de uma vida. Erica conhece o misterioso Dr. Tom, um terapeuta que parece saber muito sobre ela.”

Fica aqui minha dica! Se você já viu ou se decidir assistir e gostar, deixe suas impressões nos comentários! 😉

Grande Bjo,

Mari Marques,

 

 

 

Bette Nesmith Graham #HistóriasQueInspiram

Histórias que Inspiram

Você conhece ou já ouviu falar de Bette Nesmith Graham?

Talvez não… mas tenho certeza que alguma vez na vida já precisou usar um liquid paper, não é mesmo?

Pois é… então fique sabendo que Bette Graham é a responsável pela existência dessa fabulosa “tintinha” mágica, que permite com que hoje nos demos ao luxo de errar.

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Foi ela quem teve a brilhante ideia de cobrir os erros de datilografia com um líquido branco a base de água, desenvolvido a partir de uma fórmula caseira.

Bom…. eu gosto muito de histórias de superação, sobre pessoas que não desistem tão fácil. Acho que saber dessas histórias é uma ótima forma de nos inspirarmos quando passamos por desafios pessoais.

E o que me chamou atenção para Bette Nesmith, é que lá na década de 50 ela era uma secretária executiva (alto cargo para uma mulher na época), que além de trabalhar fora ainda tinha de criar o filho sozinha. Imagine os desafios que ela devia ter de enfrentar!

Bette estava encontrando problemas ao usar os novos modelos de máquinas de escrever, que por serem elétricas, eram bem mais rápidas, o que aumentava o número de erros na digitação, fazendo com que ela tivesse de digitar tudo novamente.

Mas enquanto isso, a fim de fazer um dinheiro extra, Bette (que também tinha uma veia artística) começou a usar seu talento para pintar janelas nos feriados, e teve um vislumbre: “um artista nunca corrige seu erro apagando, mas sempre pinta por cima do erro”. E foi aí que surgiu a brilhante ideia de também cobrir os erros de datilografia, ao invés de refazer todo o trabalho.

Assim, ela começou a produção do liquid paper (que na época era chamado de mistake out) em um laboratório improvisado dentro de sua própria cozinha.

Alguns chefes a desencorajaram de usar a fórmula, mas seus colegas de trabalho sempre pediam um pouco do “liquidozinho mágico”. E Bette foi testando a fórmula secretamente durante 5 anos, desenvolvendo melhorias com a ajuda do professor de química do seu filho.

O sucesso foi tanto, que em 1979, o Liquid Paper foi vendido para a Gillette Corporation por 47,5 milhões de dólares, e até hoje faz sucesso.

Taí uma história com todos os elementos de superação que inspiram a gente. Imagine se ela tivesse ouvido seus chefes, e desistido da ideia! Ou se deixasse que a realidade difícil a desanimasse de tentar coisas novas, já que tinha de se virar nos trinta para criar o filho sozinha!

Enfim… vale sempre lembrar que todos nós temos alguma batalha para enfrentar, mas se ela será usada como desculpa ou como impulso para voar mais alto só vai depender de você! 😉

Beijos.

Mari Marques.

 

Imagem: Google

Fonte: Wikipedia Canada, Famous Women Inventors, Liquid Paper Site, ThoughtCo. Lifelong Learning