Dia 21 – 30 Day Blog Challenge

Diário Blog Challenge

Ainda não tenho filhos, mas este é um sonho antigo, tanto meu como do meu marido. Fazemos planos e acredito que no tempo certo irá acontecer. “O ser humano pode fazer muitos planos; contudo, quem decide é Deus, o SENHOR!” [Provérbios 19:21].

Aliás, depois que completei 30 anos pensar em meus futuros filhos tornou-se recorrente, e fez aumentar uma certa preocupação sobre a pessoa que sou e quero ser. Acredito que a responsabilidade sobre o exemplo que deixamos aumente de forma considerável quando existe alguém se espelhando diretamente em nós. Então a pergunta de hoje não poderia ser mais pertinente. Nem precisei pensar muito.

Quando reflito sobre o que quero deixar como ensinamento para os filhos que ainda não tenho, mas já amo, é isso que me vem à mente:

1. Deus será Deus em qualquer circunstância

Nem sempre a vida vai ser fácil. Pode ser que existam momentos bem obscuros a se enfrentar, e alguns deles podem parecer eternos. Mágoas, decepções, turbulências. Algumas situações nessa vida chegam até a fazer duvidar de quem se é. No entanto, aconselho a jamais duvidar de Deus, mesmo quando nossa humanidade não conseguir enxergar Sua presença diante a um mar de problemas que cega. É Ele quem sustenta, mesmo quando não estamos vendo.

Essa é uma lição de fé que aprendi com meus pais, e quero muito que meus filhos aprendam. Não porque torne a vida mais fácil, pelo contrário, acreditar quando tudo nos leva a duvidar pode ser o caminho mais difícil. Porém, a paz, o conforto e a certeza de que até na dor (e principalmente nela) Ele pode agir, nos torna resilientes e gratos em qualquer circunstância.

2. Aceite quem você é e também quem você não é.

Quando me imagino exercendo a maternidade, um desejo muito grande que tenho é conseguir oferecer um ambiente onde meus filhos sintam-se livres para descobrir quem verdadeiramente são.

Ter consciência de si mesmo é um fator que considero dos mais importantes para todo o resto se desenvolver na vida. A partir do momento em que são reconhecidos os pontos fortes e fracos da personalidade, é possível trabalhar em cima deles, criando metas e expectativas realistas. Não apenas isso, uma pessoa que aceita quem ela é não vai se deixar influenciar tão facilmente e tampouco se ofender quando for confrontado diante de alguma fraqueza.

Acredito que é papel dos pais ajudar na construção do caráter dos filhos, ensinando princípios e valores para norteá-los durante a vida. No entanto, peço a Deus que no momento certo eu consiga encontrar o equilíbrio na  tarefa de educar, sem tolir a expressão de suas personalidades.

3. Não tenha medo de mudar, se for por você

Mudanças não são ruins, e são possíveis, mas tem de acontecer pelas razões certas. Acredito que se eu conseguir ensiná-los a se aceitarem como são e a reconhecerem também seus pontos fracos, não será tão difícil ensinar sobre os benefícios de uma mudança no tempo certo e pelos motivos certos.

Quem não se adapta bem a mudanças acaba estagnando, seja em conhecimento ou amadurecimento. Penso que estamos nessa vida para aprender e servir, e em ambos os casos aceitar o que se pode mudar faz parte do crescimento.

 

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