Um Soneto para o Tempo

tempo

Ah… O tempo! Assunto que tem me feito refletir muito ultimamente, já me rendeu até um post, e chega a me petrificar muitas vezes. Implacável, amigo, conselheiro, algoz… São muitas as vertentes deste ao qual todos nós estamos sujeitos, querendo ou não, já que ele vai passar por nós mesmo quando estivermos omissos. Afinal, viver é isso: ver um dia após o outro renascendo. E tempo bom é tempo bem vivido.

Pensando nisso, compartilho aqui um singelo soneto de minha autoria. Posso considerar como meu primeiro, já que não me lembro de escrever um desde a época de colégio.

 

Acaso o tempo pode reinar?

Nos ponteiros do relógio que batem sempre intermitente

Ele é rei e não gosta de brincar

Faz apenas o que lhe deixa contente

 

Há quem ache que não precisa o tempo acompanhar

Mas se volta impotente

Mesmo que assim não se sinta amplamente

Pois o trem da vida nunca vai parar

 

E nessa viagem

De destino incerto

O tempo tem vantagem

 

Estando longe ou perto

Quem não tem coragem

Do tempo fica sempre à margem

 

Grande Bjo,

Mari Marques.

 

*Soneto escrito em 22/09/2017.

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Um comentário sobre “Um Soneto para o Tempo

  1. […] Com base no conteúdo do blog, creio que escrevo de tudo um pouco, desde opiniões sobre algum assunto, passando por dilemas do dia a dia, resenhas de coisas que eu gosto ou indico, troca de informações, reflexões sobre o mundo que eu percebo, e o que mais me der vontade de escrever. Já me arrisquei até na poesia em “Um soneto para o tempo”. […]

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