Retornando aos meus parágrafos

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Faz um tempinho que venho adiando passar por aqui, mas após um hiato de aproximados 2 meses, que eu jurava ser bem menor, achei que já era a hora de voltar.

Escrever é a forma que eu encontrei para extravasar minha criatividade, lidar com algumas questões e refletir sobre temas que considero interessantes (para mim). Como nunca fui muito de falar, por me sentir um pouco desconfortável comunicando verbalmente, a escrita sempre foi o meio pelo qual eu consigo deixar meus pensamentos mais claros para mim mesma e até descobrir meus próprios pontos de vista, pois parece que quando coloco minhas ideias no papel por vezes elas tomam formas que eu nem imaginava. Então já estava sentindo muita falta deste espaço.

Queria poder apresentar um motivo interessante para minha ausência nos últimos meses, mas a verdade é que não teve nada não. Até tentei justificar como um “bloqueio criativo” quando alguém me perguntava, porém quem me conhece um pouquinho via de longe que era só desânimo mesmo.

Confesso que eu realmente comecei a escrever dois ou três textos nesse período, só que eles não fluíram… Daí minha “desculpa esfarrapada” de que estava em “crise criativa”, como se eu fosse autora de novela para ter dessas coisas… rs

Acontece que eu não sei explicar exatamente o porquê de as vezes me distanciar do que me faz bem. Não apenas na escrita. Percebi que nos últimos meses coloquei várias coisas que julgo importantes de lado. Talvez tenha sido um break necessário para tomar fôlego, ou essa pode ser apenas outra “desculpa” que me soa plausível, mas decidi que quero colocar isso no papel (ou na tela do PC) para entender melhor.

Não sei se esse texto está fazendo sentido a esta altura, mas a mensagem que eu quero dar é que todos nós temos nossos próprios “monstros internos” que podem passar despercebidos ou nos colocar para baixo em algum momento (mesmo sem reconhecê-los de cara), e não temos como fugir deles. Ao contrário…. Se tem algo que aprendi “com a vida” (e olha que eu nem sou tão “velha”) é que aquilo que não resolvemos dentro de nós, vai sempre voltar para nos assombrar, seja um medo, uma insegurança, um pensamento malicioso, ou o que mais for. E acho que não tem como prever quando e em que proporção esses “monstrinhos” vão resolver aparecer. Taí a razão de ser melhor enfrentar.

E nessa “luta” que travamos contra nós mesmos o risco é apenas o de encontrarmos a nossa melhor versão. Seguirei escrevendo, porque essa é a “arma” que eu tenho (e gosto). Sugiro que também encontre a sua. 😉

Grande Bjo,

Mari Marques.

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