Bette Nesmith Graham #HistóriasQueInspiram

Histórias que Inspiram

Você conhece ou já ouviu falar de Bette Nesmith Graham?

Talvez não… mas tenho certeza que alguma vez na vida já precisou usar um liquid paper, não é mesmo?

Pois é… então fique sabendo que Bette Graham é a responsável pela existência dessa fabulosa “tintinha” mágica, que permite com que hoje nos demos ao luxo de errar.

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Foi ela quem teve a brilhante ideia de cobrir os erros de datilografia com um líquido branco a base de água, desenvolvido a partir de uma fórmula caseira.

Bom…. eu gosto muito de histórias de superação, sobre pessoas que não desistem tão fácil. Acho que saber dessas histórias é uma ótima forma de nos inspirarmos quando passamos por desafios pessoais.

E o que me chamou atenção para Bette Nesmith, é que lá na década de 50 ela era uma secretária executiva (alto cargo para uma mulher na época), que além de trabalhar fora ainda tinha de criar o filho sozinha. Imagine os desafios que ela devia ter de enfrentar!

Bette estava encontrando problemas ao usar os novos modelos de máquinas de escrever, que por serem elétricas, eram bem mais rápidas, o que aumentava o número de erros na digitação, fazendo com que ela tivesse de digitar tudo novamente.

Mas enquanto isso, a fim de fazer um dinheiro extra, Bette (que também tinha uma veia artística) começou a usar seu talento para pintar janelas nos feriados, e teve um vislumbre: “um artista nunca corrige seu erro apagando, mas sempre pinta por cima do erro”. E foi aí que surgiu a brilhante ideia de também cobrir os erros de datilografia, ao invés de refazer todo o trabalho.

Assim, ela começou a produção do liquid paper (que na época era chamado de mistake out) em um laboratório improvisado dentro de sua própria cozinha.

Alguns chefes a desencorajaram de usar a fórmula, mas seus colegas de trabalho sempre pediam um pouco do “liquidozinho mágico”. E Bette foi testando a fórmula secretamente durante 5 anos, desenvolvendo melhorias com a ajuda do professor de química do seu filho.

O sucesso foi tanto, que em 1979, o Liquid Paper foi vendido para a Gillette Corporation por 47,5 milhões de dólares, e até hoje faz sucesso.

Taí uma história com todos os elementos de superação que inspiram a gente. Imagine se ela tivesse ouvido seus chefes, e desistido da ideia! Ou se deixasse que a realidade difícil a desanimasse de tentar coisas novas, já que tinha de se virar nos trinta para criar o filho sozinha!

Enfim… vale sempre lembrar que todos nós temos alguma batalha para enfrentar, mas se ela será usada como desculpa ou como impulso para voar mais alto só vai depender de você! 😉

Beijos.

Mari Marques.

 

Imagem: Google

Fonte: Wikipedia Canada, Famous Women Inventors, Liquid Paper Site, ThoughtCo. Lifelong Learning

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